
Foste mata nativa
Vida acolheu em teus braços
Em tua exuberância altiva
Córregos teciam seus traços
Homens tiraram tua vida
Árvores cederam a machados
Ao café tu foste rendida
Da mata arbustos parcos
A beleza a ti devolvida
Por escravos ipês plantados
Hoje refúgio do cosmopolita
A busca do canto dos pássaros
Tens por sobrenome Tijuca
Onde postado teus morros
Do Papagaio avisto a costa
Do mar velas e barcos
Marcelino Amoedo
Vida acolheu em teus braços
Em tua exuberância altiva
Córregos teciam seus traços
Homens tiraram tua vida
Árvores cederam a machados
Ao café tu foste rendida
Da mata arbustos parcos
A beleza a ti devolvida
Por escravos ipês plantados
Hoje refúgio do cosmopolita
A busca do canto dos pássaros
Tens por sobrenome Tijuca
Onde postado teus morros
Do Papagaio avisto a costa
Do mar velas e barcos
Marcelino Amoedo
Um comentário:
Quando li esta poesia, pude sentir todo o peso da nostalgia que ela carrega em suas palavras. Amei. Continue escrevendo. Mamãe.
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